Por Léo Molleri*
Calma. Antes que venham com cinco pedras na mão e meia dúzia de palavrões, eu explico o título desse dossiê. Não falo do enrustido e arcaico molde de madeira ou alumínio ou cimento, com cavidades que nos lembram uma escada para gnomos, no qual víamos nossas mães molharem os braços e o busto na labuta diária com a roupa suja (provavelmente roupa sua cagada com alguma coisa: catchup, terra, lama, porra…), o famoso (e odiado) tanque de lavar roupas. Instrumento esse que ajudou e muito no combate a Esquistossomose no Brasil, mas isso já é outra história. E hoje infelizmente está em desuso graças às moderníssimas máquinas de lavar roupa.

Alguém aí vai encarar?
Bom, eu falo necessariamente de outro tipo de tanque. Um tanque móvel, porém sem disparar balas e destruir prédios. Um tanque com aspecto um tanto irregular, pois depende muito da formação fisiológica e genética do indivíduo e também da intensidade e tempo de exercícios físicos no local. Já sacaram, né? Então, o que eu me refiro é exatamente esse tipo de tanque, o do abdômen. A famosa barriga tanquinho. Por falar nisso, o termo “barriga tanquinho” está errado, pois quem tem barriga são os sedentários, os velhos, os tios engraçados, os jogadores de futebol (RONALDO!) e os butequeiros de plantão.
É fato, e não me venham com mi-mi-mi feminista, que a maioria das mulheres heterossexuais são gamadas em um abdômen bem definido. Eu falei “A MAIORIA” para não generalizar e depois não ficarem vocês reclamando que isso é uma falácia, que conhecem uma banguela que curte um barrigão… Essas coisas. Esse, também, é um ponto onde a teoria do amor se sustenta. Mas de amor falemos outra hora, porque o caso agora é visual, sexual e sem compromissos.

E nesse, alguém se habilita? Tô fora!
A grande ideia desse dossiê é provar para vocês, a importância de ter um abdômen “crocante” e a interferência dele em alguns fatos históricos. É, e como eu farei isso? Simples: a cada semana, eu publicarei alguma relevância sobre o abdômen e demonstrarei através de um fato histórico o impacto causado por tal. Não tenho previsão de quantas publicações sobre o assunto, até porque tenho uma péssima memória e ainda estou revisando a história (nos livros e internet) buscando os fatos e analisando-os.
Será tanto um guia para você, pançudo, que quer perder uns quilinhos e finalmente conseguir pegar uma gatinha sóbria, quanto um catálogo para enfartar a vovó. Então, meninos, preparem as suas canetas (ou o ctrl+c, ctrl+v) e anotem as dicas e sugestões que serão dadas ao longo dessa “série” e meninas já comprem os babadores, pois irão precisar.
Até a próxima semana!
*Léo Molleri é estudante de Administração e virou colaborador do blog. O Sópensanisso estava muito cor-de-rosa e as autoras resolveram colocar um barriga-tanquinho para falar daquilo que só os cuecas entendem. Léo ainda escreve para o Borrachas são Dispensáveis. O blog é recheado de ideias pouco comuns do autor que escreve “para não enlouquecer por completo na medriocridade do existencialismo humano.” Vale a visita!
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