Por Stephani Luana Loppnow
O uso de métodos contraceptivos sempre gerou enorme discussão entre as diversas religiões existentes no mundo. Há menos de uma década, o uso de camisinhas e anticoncepcionais, por exemplo, era extremamente contrário às leis de muitas igrejas; raras eram aquelas que ponderavam de alguma maneira sua utilização.
“Pouco resolveu esse fechamento das igrejas cristãs, mas se assim já houve tanta proliferação de doenças…”, comenta a catequista há mais de 50 anos, Marcília Ribeiro de Souza. Como católica, ela mantém a posição da igreja: não é a favor do uso dos métodos contraceptivos; entretanto, nem todas as religiões mantiveram esse posicionamento.
O vice-presidente da Assembléia de Deus (religião que sempre impôs rígidas regras de conduta aos seus praticantes), Reuel Bernardino, afirmou que apesar da igreja sempre ter mantido seu posicionamento fechado sobre o assunto, depois de observar e analisar a Assembléia hoje é a favor do uso de métodos contraceptivos. “Apesar de que aquele que segue rigorosamente a Bíblia sagrada, ele não sai fora dos padrões”, enfatiza Reuel.
Já Neuza Alves Pagnossin, presidente do Centro Espírita Casa de Jesus afirma que ser totalmente contrário aos métodos contraceptivos é hipocrisia. “Vai da consciência de cada um usar ou não mas que não sirva para incentivar o sexo desvairado, o abuso e sim para o planejamento familiar”, completa ela.




Dirlenei Bonfim, 29 anos, serviços gerais
Solange Aparecida de Oliveira Farias, 34 anos, serviços gerais
Noeli Ziliotto Mafra, 56 anos, costureira
Paulo Coelho, 44 anos, servidor público
Sueli Custódio Testoni, 50 anos, telefonista
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