Grécia part II
Por Léo Molleri
Bom, antes de iniciar, gostaria de esclarecer (que não sou gay) que devido a uma viagem para Águas de Lindóia/SP e com o início do segundo semestre letivo da faculdade, eu não tive muito tempo livre e me atrasei na convecção e entrega dessa parte do dossiê. Mas quem se importa? (coma torta!). Sem mais delongas, demos sequência ao roteiro programático.
Estávamos, no capítulo anterior, na Grécia. E continuaremos por lá. Agora falaremos de outro fator ainda envolvendo os espartanos e os atenienses. Porém um novo personagem, ou melhor, um novo povo grego nos será apresentado e que gerou polêmica e abalou as estruturas do Olimpio na Grécia antiga (aaiii moonaaa, abalou, abalou, sacudiu e ba-lan-çou). E eles são os… tararararan… troianos.
Antes de realmente começar as explicações do envolvimento destes três povos gregos, eu tenho que lhes apresentar um personagem chave dessa história. E essa pessoa é: Helena, esposa do rei Menelau de Esparta.
Antes de ser reconhecida como esposa de Menelau e Rainha de Esparta, Helena possuía a reputação de mulher mais bela do mundo. E outro título lhe era concebido, o de maior tarada por tanquinhos de toda a Grécia. É, meus amigos, Helena não resistia a um abdômen bem trabalhado. Foi assim que Menelau acabou a conquistando. Como isso? Confira a seguir!

Finalmente uma gostosa por aqui
Helena, como eu já havia falando, tinha a reputação de ser a mulher mais bela do mundo e por isso, pretendentes não lhe faltavam. Todos a disputavam ferozmente em batalhas de vida ou morte, mas nada a motivava e aquele monte de homens suados e bombados só a deixavam mais em dúvida ainda. Para cessar o banho de sangue, Helena propôs uma competição entre os homens mais belos e mais fortes do mundo. Onde quem ganhasse seria recompensado com sua mão e receberia a proteção dos demais em seu casamento e durante toda a sua vida. Todos aceitaram a exigência e partiram para a competição.
Ai você pensa: “Luta de espadas, maratonas, natação, luta com animais ferozes, ovo na colher, corrida do saco…” Nada disso! A competição consistia em saber, qual dentre todos os pretendentes tinha o lendário Abdomen de Ferro. E por isso foi proposto por Helena uma competição de abdominais. Isso mesmo! Quem chegasse a marca de 100.000 abdominais perfeitamente executados primeiro, seria recompensado com sua mão. Dentre os competidores encontravam-se grandes nomes da Grécia antiga, como: Aquiles, Teseu, Perseu, Ajax, Cadmo, entre outros. E Menelau não fez feio. Além de chegar primeiro a marca estipulada, continuou e quebrou a marca dos 200.000 abdominais. Desbancando os favoritos. Absolutamente incrível! E onde os troianos entram nisso? Calma lá filho, a história complica agora.
Após o casamento, Menelau – que na época ainda era príncipe -, foi coroado Rei de Esparta pelo feito alcançado. Porém ele caiu no mau do casamento. Entediou-se e descuidou-se fisicamente. Tinha uma linda esposa, um reino ao seu dispor e tudo que queria lhe era concebido. Virou o maior sedentário do mundo grego. Gordo e preguisoço, logo Helena perderia o interesse por ele.
Além disso, Menelau, adorava uma sacanagem e sempre que possível promovia em seu reino “mini-carnéias”. Onde convidava só a cúpula dos reinos aliados para participar. E em uma dessas orgias caseiras, onde participaram os atenienses e os troianos, Helena conheceu Paris (Hilton?), príncipe de Tróia. Apaixonaram-se a primeira vista. Ele pelo rosto angelical dela e ela pelo abdômen hipermegapluspowerpointshow sarado que ele tinha – aliás era uma característica bem acentuada dos troianos.
A famosa Guerra de Tróia foi por isso. Porque Menelau, com o orgulho ferido, buscou vingar-se de todos os troianos pela humilhação de ter se tornado o maior corno de toda a Grécia. Só não foi considerado, pelos estudiosos, o maior corno de toda a humanidade porque teve outro, que tratarei no próximo capítulo. E deu no que deu: 10 anos de guerra, muito sangue derramado, heróis – como Aquiles e Ajax – mortos… Tudo aquilo que vocês já sabiam sobre a guerra, só que agora com um motivo diferente.
Ah! E como acabou a guerra? Não, não foi com a invasão de Tróia e a aniquilação dos troianos. Mas sim em uma grande carnéia de ceçar fogo, onde a paz reinou novamente. É o que eu digo: nada como um sexo de reconciliação. Imagina uma orgia, então? Loucura!
Ai vocês me perguntam: (E o Bambu?) E o Cavalo de Tróia? Vocês ainda acreditam que existiu um cavalo de madeira gigante? Banzos! O único cavalo da história foi Menelau, que descuidou-se e perdeu a mulher mais linda do mundo. Um cavalo mais parecido com um touro. Um touro gordo e preguiçoso. E é isso, meus amiguinhos. Helena é uma prova cabal de que mulheres, desde a antiguidade, (causam guerra entre os homens) são vidradas em um abdômen protuberante e firme.
Até a próxima, nesse mesmo canal, nessa mesma hora! Isso, isso, isso, isso…!
ps: “Como se tornar um espartano contemporâneo” será postado ao término do pacote do dossiê.

Sílvia Mendes
Tamara Belizario
Cibele Córdova
Stephani Luana
Joana Gall



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